segunda-feira, 22 de agosto de 2011

SALMO 5.3


 “De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” – Salmo 5:3



                                  DO AGARRAR AO SOLTAR!

Você já foi a um circo? Eu confesso que nunca fui, mas tem algo que eu gostaria de ver de perto um dia: aqueles maravilhosos trapezistas!

Fico sempre emocionado com a coragem desses homens e mulheres. A cada desempenho, eles confiam em que seu vôo terminará em suas mãos deslizando para o aperto seguro das mãos do parceiro.

Há uma grande lição que eles podem nos ensinar com a sua ‘profissão’. Eles sabem que só o ato de soltar-se da barra de segurança permite-lhes voarem com leveza para a próxima. Antes de serem pegos, precisam soltar. Precisam desafiar o vazio do espaço.

Viver com essa disposição para soltar é um dos maiores desafios que enfrentamos. Quer se trate de pessoa, posse ou reputação pessoal, em tantas áreas agarramo-nos a todo custo.

Vivemos num tempo em que somas fabulosas de dinheiro e tecnologia são usadas para entreter as pessoas e mantê-las bem longe do contato com a dor, sofrimento, perdas e angústias.

Queremos Shoppings limpos e seguros para passearmos tranquilos; conforto e saúde para não nos preocuparmos com o futuro; seguros contra roubo, incêndios e tudo mais que for possível para não nos sentirmos ameaçados com o imprevisível.

Tornamo-nos heróicos defensores de nossa felicidade alcançada com tanto empenho. Consideramos nossas perdas inevitáveis como fracassos na batalha da sobrevivência.

De muitas maneiras, ainda não aprendemos que quanto mais insistimos em controlar e quanto mais resistimos ao chamado para segurar com a mão aberta a nossa vida, tanto mais teremos que negar a realidade de nossas perdas.

Essa nossa crença de que devemos segurar com todas as forças aquilo de que precisamos é uma das maiores fontes de nosso sofrimento.

Tudo isso nos leva a uma forma de aprisionamento que nos impede de viver uma vida plena e abundante. Impede-nos de amar, de construir relacionamentos íntimos e verdadeiros e de aceitar as realidades próprias da vida como dádivas de Deus e oportunidades para crescer.

Muitas coisas em nossa vida são obviamente de imensa importância para nós. Não podemos ser completos sem gente para amar e sem gente que nos ame. Necessitamos de comida e um lugar para viver; desfrutamos da companhia de um amigo e do prazer de ler um livro.

Mas segurar com a mão aberta significa lembrar que não somos o que adquirimos e realizamos, mas, sim, o que temos recebido.

Olhe para o exemplo dos discípulos de Jesus. Eles deixaram suas redes, a fonte de sua segurança emocional, para seguir Aquele que prometeu satisfazer os desejos mais profundos do coração.

As mais profundas alegrias não provem do dinheiro que ganhamos, de amigos dos quais nos cercamos, ou de resultados que obtemos.

Somos, realmente, as pessoas que Deus nos fez em Seu infinito amor. Somos os dons que recebemos, não as vitórias que conquistamos.

Enquanto desgastamo-nos, tentando ansiosamente afirmar-nos ou receber afirmação de outros, continuamos cegos para com Aquele que nos amou primeiro, habita em nosso coração e formou o nosso verdadeiro eu.

À medida que fixarmos nossos olhos diretamente nAquele que diz “Não temas”, poderemos, lentamente, abrir mãos dos nossos medos. Iremos aprender a viver num mundo sem fronteiras protegidas zelosamente.

Compreenderemos finalmente que a alegria não é uma questão de festas e balões, de possuir uma casa, ou, mesmo, ter filhos que vão bem na escola. A alegria provém de uma experiência mais profunda: a experiência com Cristo.

Então, e só então, aprenderemos a distinguir dentre tantas vozes, a voz que diz: “Eu amo você, seja você amado ou não por outros. Você é meu. Edifique sua vida em mim!”

A única coisa que você precisa fazer é soltar as mãos de tudo àquilo que até hoje você tem agarrado com tanta força e então estender as mãos e confiar em Jesus.

Confiar que Ele vai agarrar as suas mãos e segurá-las nas boas e piores conjunturas, nos momentos precários e nos momentos em que voamos a grandes alturas.

Extraído e adaptado do livro Transforma meu pranto em dança, de Henri Nouwen – Editora Textus.

Deus te abençoe! Pastor :Sérgio Müller 

segunda-feira, 8 de agosto de 2011


NÃO SE ENVERGONHE DE PEDIR 
AJUDA QUANDO LHE FALTAR FÉ!
 Muitos tentam ser super-heróis do cristianismo, achando que tem que acreditar que tudo será perfeito em sua vida. Se um problema surgir, é só crer, porque “tudo é possível” ao que crê.

Mas você já se encontrou em uma situação totalmente desanimadora, onde por mais que quisesse, não conseguia ver esperança alguma? Ou sentiu-se totalmente sem fé? Então, repare bem no que diz o versículo abaixo:

“Imediatamente o pai do menino clamou: Eu creio! Ajuda-me na minha incredulidade.” Marcos 9:24

Talvez esta seja uma das frases de fé mais sinceras do mundo!
O pai desse menino foi honesto o suficiente para admitir sua própria falta de fé e pedir ao Senhor que ajudasse a ele e ao seu filho. E aqui está uma lição muito importante que nenhum de nós deve ignorar: A fé e a incredulidade muitas vezes podem estar mescladas em um mesmo coração. E é por isso que precisamos pedir ajuda ao Senhor.
São poucos aqueles que muitas vezes não convivem, lado a lado, com a confiança e a dúvida, com a esperança e o temor. As palavras ditas pelo pai daquele menino não nos deixam ignorar essa verdade, e que talvez seja justamente a que melhor reflete o momento em que podemos estar vivendo hoje.

Que devemos fazer com a nossa fé? Devemos usá-la. Ainda que seja fraca, trêmula, duvidosa, devemos usá-la! Não devemos esperar até que ela seja mais forte, perfeita ou poderosa. O Senhor mesmo aperfeiçoará a cada dia nossa fé.

E o que devemos fazer quando a incredulidade bater à nossa porta? Devemos resistir-lhe, orando sempre contra ela. Devemos leva-la até Jesus, da mesma forma que o fazemos com nossos outros pecados e debilidades, clamando para que Ele nos liberte e nos ajude.

Agora, medite um pouco também sobre a visão que Deus deu ao profeta Ezequiel.

“Veio sobre mim a mão do Senhor; ele me levou pelo Espírito do Senhor e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos.”
Ezequiel 37:1-2

Nessa passagem, o Espírito conduziu o profeta até um vale cheio de ossos branqueados ao sol e espalhados pelo chão, esqueletos de cadáveres há muito decompostos e devorados pelas aves e animais carniceiros. Eram ossos de pessoas que haviam sido aniquiladas. Tente imaginar que cena terrível!

Além de ver essa terrível cena, foi ordenado ao profeta que andasse ao redor desses ossos. Deus então fez uma pergunta ao profeta:

“Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes.”
Ezequiel 37:3


“Poderão reviver esses ossos?” Do ponto de vista humano, a resposta era negativa, mas do ponto de vista divino, nada é impossível.

E se Deus te fizesse a mesma pergunta hoje em relação a sua situação? Digamos que Deus lhe perguntasse: “Você crê que existe uma saída para você?”; “Você crê que ainda pode haver solução para o seu problema?”... Qual a sua resposta?

O profeta Ezequiel respondeu sabiamente. Ele não disse “sim”, talvez porque a sua fé não fosse tão grande assim. Também não disse “não”, pois creio que no fundo ele sabia do que o Senhor era capaz. Ezequiel não questionou o poder de Deus, mas apenas expressou a sua convicção de que Deus sabe o que faz e de que é poderoso para fazê-lo.

Deus espera de mim e de você a mesma sinceridade! Tenho certeza absoluta que Ele sabe que muitas vezes a nossa fé parece balançar e é tão pequena diante do vale pelo qual estamos atravessando.

“Senhor Deus, tu o sabes!”
Ezequiel 37:3

No meio de toda situação adversa e terrível que você possa estar atravessando, você precisa ter a convicção de que Deus sabe o que faz, e que Ele em momento algum perdeu de vista o que está acontecendo contigo.






“Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o Senhor. Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito. Então, ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso.”
Ezequiel 37:4-10

Tenho muito cuidado com essa questão de profetizar. Então, eu não vou lhe dizer para você profetizar sobre a sua situação para que ela melhore. Só o Senhor pode lhe dar essa ordem. Lembre que quem mandou Ezequiel profetizar sobre a situação foi o próprio Senhor.

Mas eu quero lhe dizer que o Senhor é poderoso para realizar hoje aquilo que você julga impossível. Quero que você saiba que o Senhor é poderoso para trazer à vida aquilo que você já julga perdido, ou mesmo morto.

Também quero que você saiba que o Senhor não precisa lhe mandar profetizar sobre nada e talvez não permita que ninguém o faça para você. Ele, ELE MESMO, é poderoso para do Seu trono de glória fazer um milagre em sua vida! Creia nisso!

Ele é o pastor que prometeu que “ainda que você andasse pelo vale da sombra e da morte” (Salmos 23:4), Ele estaria contigo! Ele está contigo!

Que dos quatro ventos possam vir às bênçãos de Deus sobre a sua vida!

Deus te abençoe !Pastor:Sérgio Müller

segunda-feira, 1 de agosto de 2011





LIDANDO COM O NOSSO PASSADO!
Quem de nós hoje pode dizer que está livre das mágoas do passado? Sim, aquele passado que insiste em vir à tona sempre nas piores horas. Aquelas velhas feridas que tanto custam a cicatrizar.
Queria que você começasse o dia lendo o poema escrito por Paulo Leminsk:
“No fundo, no fundo, bem lá no fundo, a gente gostaria de ver nossos problemas resolvidos por decreto.A partir desta data, aquela mágoa sem remédio é considerada nula  e sobre ela — silêncio perpétuo.Extinto por lei todo o remorso,  maldito seja que olhas pra trás, lá pra trás não há nada, e nada mais.Mas problemas não se resolvem, problemas têm família grande, e aos domingos saem todo a passear o problema, sua senhora e outros pequenos probleminhas.”
Quanta verdade existe neste poema!
Talvez você já tenha sido ferido profundamente por um pai, ou por uma mãe. Ou quem sabe foi você, papai ou mamãe, que foi golpeado tão duramente por seu filho. Quem sabe você seja uma mulher que foi traída por alguém que tanto amava, e mesmo hoje, depois de já ter reconstruído a sua vida, as cenas do passado ainda vivem atormentando a sua alma.
Todos nós já fomos feridos um dia. Talvez o grau de intensidade da dor ou as conseqüências não sejam as mesmas, mas uma ferida, por menor que seja, sempre é dolorosa.
Não estou aqui para te iludir! Não estou aqui para dizer que é fácil resolver as mágoas do passado que existem em nosso coração. Eu não acredito em resposta pronta para nenhum tipo de dor. E também não acredito que basta impor as mãos na cabeça de alguém, fazer uma oração e pronto... Tudo está resolvido!
Sei que o nosso Deus é poderoso, e que há poder em o nome de Jesus Cristo. Mas lamento dizer para você que nunca encontrei na Bíblia nenhuma situação desse tipo que fosse resolvida do dia para noite.
Existem coisas profundas demais que o Senhor deseja resolver individualmente com cada um de nós.
Muitas vezes nós queremos que Deus “pese” a sua mão sobre a pessoa que nos ofendeu; mas quase geralmente Ele deseja começar lidando com a pessoa que foi ofendida ou magoada... Nesse caso, talvez...voce. - “Mas que culpa tenho eu?” ou “Que foi que eu fiz?” – Talvez você não tenha culpa nenhuma e nem tenha feito nada (E ninguém está te acusando), mas mesmo assim, é começando pelo seu coração que o Senhor deseja começar o trabalho de restauração.
Pronto! ... Posso até ver alguns dos que estão lendo isso agora “fechar a cara” ou fazer beicinho. O autor da carta aos hebreus diz escreveu: “... nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hebreus 12:15b).
Até gostaria de terminar essa mensagem de hoje dizendo o que você deve fazer para se livrar de uma vez por todas de todo fardo pesado que anda carregando por tantos anos, mesmo tendo Jesus Cristo no seu coração. Na verdade, a resposta é simples, e ela pode ser resumida em uma palavra: Perdoe!
Mas todos nós sabemos que não é fácil perdoar, e muito menos esquecer (se é que se pode esquecer) as mágoas ou feridas que alguém nos causou.
Você lembra a história bíblica de Jacó e Esaú? Se não lembra, leia Gênesis 27-33 e veja o quanto Jacó “aprontou” contra o seu irmão Esaú.
Mais de vinte anos se passam, e Jacó finalmente tem de encontrar-se com seu irmão. O medo dele pode ser visto na oração que ele faz: “Livra-me Senhor, das mãos de meu irmão Esaú, porque eu o temo, para que não venha ele matar-me, e as mães com os filhos” (Gênesis 32:11).
Agora preste atenção ao que aconteceu quando finalmente os dois irmãos se encontraram:  “Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram.” (Gênesis 33:4).
Quase toda história desses dois irmãos se concentra em Jacó, o “trapaceiro”. Poucos sabem como Deus lidou com o coração do magoado e ofendido Esaú. Ele que, vinte anos atrás, havia jurado de morte a Jacó por ter roubado o seu direito de herança (Gênesis 27:41), agora abraça e beija o irmão.
Esaú foi ferido, enganado e ficou profundamente irado. Mas ele seguiu em frente com a sua vida. Sim, talvez durante anos ele ficou perturbado e planejou sua vingança. Mas ele seguiu em frente, trabalhou e conquistou sua fortuna. E Esaú foi tão abençoado que no seu reencontro com Jacó pode recusar os presentes oferecidos pelo irmão e dizer:  “Eu tenho muitos bens, meu irmão; guarda o que tens” (Gênesis 33:9).
Meu profundo desejo hoje é que Deus trabalhe no seu coração enquanto você segue a sua vida. Talvez ainda haja muita dor, tristeza e mágoa em seu coração, mas eu creio que Deus é poderoso para curar o seu coração da mesma forma como curou o de Esaú.
E que um dia, se Deus lhe colocar na frente o seu ofensor, você também possa abraçá-lo e beijá-lo. Essa é a minha oração e o meu desejo neste dia em seu favor.
Texto escrito pelo pastor:Sérgio Müller


SALMOS 116
 1-Amo ao Senhor, porque ele ouve a minha voz e a minha súplica. 
 2-Porque inclina para mim o seu ouvido, invoca-lo-ei enquanto viver.  
3-Os laços da morte me cercaram; as angústias do Seol se   apoderaram de mim; sofri tribulação e tristeza.  
4-Então invoquei o nome do Senhor, dizendo: Ó Senhor, eu te rogo,   livra-me.  
5-Compassivo é o Senhor, e justo; sim, misericordioso é o nosso   Deus.  
6-O Senhor guarda os simples; quando me acho abatido, ele me salva.  
7-Volta, minha alma, ao teu repouso, pois o Senhor te fez bem.  
8-Pois livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas, e   os meus pés de tropeçar.  
9-Andarei perante o Senhor, na terra dos viventes. 
10-Cri, por isso falei; estive muito aflito. 
11-Eu dizia na minha precipitação: Todos os homens são mentirosos. 
12-Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito? 
13-Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor. 
14-Pagarei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo. 
15-Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos. 
16-Ó Senhor, deveras sou teu servo; sou teu servo, filho da tua   serva; soltaste as minhas cadeias. 
17-Oferecer-te-ei sacrifícios de ação de graças, e invocarei o nome   do Senhor. 
18-Pagarei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo, 
19-nos átrios da casa do Senhor, no meio de ti, ó Jerusalém! Louvai   ao Senhor. 

DEUS SALVOU A MINHA VIDA:
Salvo da morte em resposta à oração, o salmista vai ao templo para fazer a sua oferta de ação de graça. A lembrança dos momentos  terríveis em que a sepultura ameaçou tragá-lo, com medo e perigo por toda a parte, está bem presente nessa hora em que, cheio de gratidão a Deus, ele abre o seu coração.
CÁLICE DA SALVAÇÃO(13)Este era o cálice de vinho que ele beberia como parte da oferta de ação de  graças que prometera fazer, Deus lhe devolveu a vida, e agora ele dá graças. (MB 386). 




VAMOS DESIFRAR UM POUCO ESTE VERCÍCULOS. 

1,6-Amo o Senhor porque me ouviu e me salvou.
2- eu o invoquei, Nele confiarei e minhas orações serão sempre dirigidas a ele declaração esta repetida em ambas as divisões (13,17)
5- nosso Deus. O autor tem consciência das pessoas ao redor, está louvando ao Senhor “na presença de todo o seu povo”(14,18).
6- simples. A pessoa semelhante a uma criança no seu senso de dependência do Senhor e confiança nele (19-7).
7,14- A bondade do Senhor para comigo, e como retribuirei a ele.
7- descanso. Estado de bem-estar, livre de ameaças. O verbo hebraico assim traduzido também aparece no v. 12, referindo-se à “bondade” que Deus demonstrou, e assim demarca o versículo sete como uma introdução do (7,14).
8- me livraste. Livraste minha alma.
10- Eu cri. O autor fala da sua fé, que o levou a invocar o Senhor quando estava sendo ameaçado. Estou muito aflito. Esta citação, bem como aquela no v. 11, deve talvez ser englobada como aquela no v. 4, como uma breve lembrança da oração que o salmista fez quando estava em aflição. A ameaça da morte, da qual fora liberto, fora provocada pelas falsas acusações dos inimigos, assim como o Sl 109 versículos 5,9; 10.7.11- Ninguém merece confiança. O âmago da acusação que lançou contra os seus falsos acusadores. Outros interpretam essas palavras no sentido de declararem que todos os homens ofereceram uma esperança bastante falsa para o livramento. Foi por isto que o salmista invocou o Senhor.
12- como retribuir...? Oferecendo ao Senhor aquelas expressões de devoção que ele mesmo deseja. Bondade, o hebraico por trás dessa palavra ocorre somente aqui no AT, mas provém da mesma raiz verbal que “tem sido bom” no versículo (7).
13- cálice da salvação.  Considera-se muitas vezes que é relacionado com o cálice da refeição da Páscoa referida em Mt 26.27 e paralela, Mas muito mais provavelmente o cálice de vinho, bebido na refeição festiva que culminava em uma oferta por gratidão. Chamado o cálice da salvação  porque a oferta por gratidão e a refeição acompanhante celebravam o livramento pelo Senhor. O versículo paralelo com “oferecerei a ti um sacrifício de gratidão” na série correspondente.
14- votos. No sentido de louvar ao Senhor.
15,19- Porque Deus considerou preciosa a minha vida, eu lhe ofereço as expressões da minha devoção.
15- O Senhor vê com pesar a morte de seus fiéis. Preciosa ao Senhor é a morte de seus fiéis assim como na expressão análoga: ”aos seus olhos a vida deles é preciosa”.
16- teu servo. Essas palavras identificam o salmista como ungido do Senhor, mas em todo caso como alguém devotado ao Senhor, filho da tua serva.   







APLICAÇÃO PESSOAL:  
AMO AO SENHOR, PORQUE ELE OUVIU A MINHA VOZ E A MINHA SÚPLICA. PORQUE INCLINOU PARA MIM O SEU OUVIDO; PORTANTO, INVOCÁ-LO-EI ENQUANTO VIVER. (Salmos 116. 1,2)
Deus é tão acessível que você sempre pode alcançá-lo. Ele se inclina e ouve a sua voz. O amor deste salmista pelo Senhor aumentou, porque ele teve respostas às suas orações. Se você se sente desencorajado, lembre-se de que Deus está próximo, ouve cuidadosamente cada oração e responde a cada uma, a fim de dar-lhe o melhor.